Iscondido Bar

Publicado em 18 de agosto de 2021

Saiba como ir ao Iscondido Bar, casa de drinques que tem endereço secreto em São Paulo

Sem manobristas, placa ou porta aberta que dê para a rua —nada indica que ali existe um bar. Conseguir as coordenadas para ir até o Iscondido Bar, em São Paulo, é tão parte da experiência quanto sentar em alguma mesa para beber um drinque.
Primeiro, o cliente precisa pedir permissão para seguir o perfil do estabelecimento no Instagram (@iscondido.bar). Depois de aceito, é preciso ficar de olho nos stories, onde o administrador divulga a programação da semana e abre uma caixinha de perguntas. Ela é o caminho para que seja pedida a senha do dia. A resposta vem com o passe de entrada e o endereço da casa.

Com funcionamento de sexta a domingo, o bar fica atrás de uma galeria de arte, passando por uma longa escadaria, em um espaço a céu aberto de 250 metros quadrados —mas não vamos dizer o bairro para não estragar a surpresa, que é o Achado do lugar. “O projeto é para receber amigos, mais os amigos dos amigos. Uma ideia bem mais reservada”, explica Andrew Mittendorfer, um dos sócios do bar ao lado do dj André Ceciliato, que foi da Casa 92.

Inaugurado em dezembro do ano passado, o empreendimento aposta na coquetelaria. Quem comanda o balcão é o mixologista Carlos Franco, que antes dava expediente no Guilhotina. Para a carta, ele preparou 22 coquetéis autorais.

Destaque para o drinque Tropicaliente, à base de creme de manga, cordial de maracujá e tangerina, absinto, tintura de pimenta, limão e blend de rum. Há ainda o Cereal Killer, clarificado com leite e feito com bourbon, cereal matinal, mel de laranjeira e limão, e o Hokus Pokus, de gim infusionado com ismênia, limão-siciliano, lichia, água de laranjeira e tônica. Todos custam R$ 35. “Estamos mirando entrar na lista The World’s 50 Best Bars”, projeta Mittendorfer.

Com sofás sob um pergolado e mesas distribuídas pelo ambiente, dá para sentar e petiscar enquanto curte o som. Da cozinha, o carro-chefe é o pão de queijo frito e recheado com queijo canastra, que custa R$ 30, com oito unidades. Aos mais famintos, há quatro opções de risotos (R$ 39 cada um) e pratos com filé mignon (R$ 67) ou com salmão (R$ 65) –servidos tanto no almoço quanto no jantar.

A dica é ir ao bar com carro de aplicativo. Assim não é preciso se preocupar onde estacionar, pode-se beber quantos drinques quiser e evita-se qualquer burburinho na calçada –preservando a aura secreta do bar.

Saiba como ir ao Iscondido Bar, casa de drinques que tem endereço secreto em São Paulo

Sem manobristas, placa ou porta aberta que dê para a rua —nada indica que ali existe um bar. Conseguir as coordenadas para ir até o Iscondido Bar, em São Paulo, é tão parte da experiência quanto sentar em alguma mesa para beber um drinque.
Primeiro, o cliente precisa pedir permissão para seguir o perfil do estabelecimento no Instagram (@iscondido.bar). Depois de aceito, é preciso ficar de olho nos stories, onde o administrador divulga a programação da semana e abre uma caixinha de perguntas. Ela é o caminho para que seja pedida a senha do dia. A resposta vem com o passe de entrada e o endereço da casa.

Com funcionamento de sexta a domingo, o bar fica atrás de uma galeria de arte, passando por uma longa escadaria, em um espaço a céu aberto de 250 metros quadrados —mas não vamos dizer o bairro para não estragar a surpresa, que é o Achado do lugar. “O projeto é para receber amigos, mais os amigos dos amigos. Uma ideia bem mais reservada”, explica Andrew Mittendorfer, um dos sócios do bar ao lado do dj André Ceciliato, que foi da Casa 92.

Inaugurado em dezembro do ano passado, o empreendimento aposta na coquetelaria. Quem comanda o balcão é o mixologista Carlos Franco, que antes dava expediente no Guilhotina. Para a carta, ele preparou 22 coquetéis autorais.

Destaque para o drinque Tropicaliente, à base de creme de manga, cordial de maracujá e tangerina, absinto, tintura de pimenta, limão e blend de rum. Há ainda o Cereal Killer, clarificado com leite e feito com bourbon, cereal matinal, mel de laranjeira e limão, e o Hokus Pokus, de gim infusionado com ismênia, limão-siciliano, lichia, água de laranjeira e tônica. Todos custam R$ 35. “Estamos mirando entrar na lista The World’s 50 Best Bars”, projeta Mittendorfer.

Com sofás sob um pergolado e mesas distribuídas pelo ambiente, dá para sentar e petiscar enquanto curte o som. Da cozinha, o carro-chefe é o pão de queijo frito e recheado com queijo canastra, que custa R$ 30, com oito unidades. Aos mais famintos, há quatro opções de risotos (R$ 39 cada um) e pratos com filé mignon (R$ 67) ou com salmão (R$ 65) –servidos tanto no almoço quanto no jantar.

A dica é ir ao bar com carro de aplicativo. Assim não é preciso se preocupar onde estacionar, pode-se beber quantos drinques quiser e evita-se qualquer burburinho na calçada –preservando a aura secreta do bar.

Atenção! Por conta da pandemia do novo coronavírus, a casa pode ter seu funcionamento alterado para corresponder às determinações do Plano São Paulo, estabelecido pelo Governo do Estado de São Paulo. Para checar se o estabelecimento está aberto e seu horário de funcionamento mais recente, entre em contato pelo número abaixo.

Informações adicionais

Endereço

Não divulgado

Horário de funcionamento

sexta a domingo

* As informações foram checadas em 16/08/2021. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações.